





Azevedo tem candidatura homologada e Renato na vice.
O DEM promete grande festa para comemorar a grande aliança em torno do prefeito e candidato à reeleição, José Nilton Azevedo, nesta quinta-feira, 21, no Clube Usemi. A previsão é de que o prefeito consiga atrair apoio de, pelo menos, 11 legendas em sua tentativa de reeleição.
A convenção do DEM e de outros sete partidos começará nesta manhã, mas reunirá os “chefões” das legendas somente a partir das 15h. O vice de Azevedo já foi anunciado. Será o ex-vice prefeito e ex-deputado estadual Renato Costa (PMDB).
O comando da pré-campanha anunciou as presenças do deputado federal ACM Neto e do ex-governador Paulo Souto (ambos do DEM), o deputado federal e presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, e o irmão e vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, além do vice-presidente da República, o também peemedebista Michel Temer.
Azevedo anunciou que terá apoios de PMDB, PSDB, PTC, PTN, PMN, PSDC, PRTB e PSL. Outro partido com quem está negociando é o PR, do vereador Roberto de Souza. Ao PIMENTA, o vereador disse que somente não apoiará o prefeito se não conseguir uma boa coligação. Inicialmente, a coordenação de pré-campanha do prefeito queria ver o PR coligado com o DEM, o que foi rechaçado pelo comando do Partido Republicano.
VANE E ACÁCIA NA FRENTE
A Frente Partidária decidirá hoje a formação de chapa com a qual pretende derrubar favoritismos do prefeito Capitão Azevedo e da ex-candidata Juçara Feitosa (PT). Neste momento, líderes dos partidos da frente e os prefeituráveis Acácia Pinho (PDT), Vane do Renascer (PRB) e Wenceslau Júnior (PCdoB) devem estar reunidos em Brasília para a escolha.
Devido a pressões, a chapa antes pensada como Vane prefeito e Wenceslau na vice poderá ser desfeita para evitar defecções. A formação final deverá ser Vane acompanhado de Acácia Pinho. Uma pesquisa feita pela Dataqualy ajudará na definição que ocorre longe dos olhos itabunenses. fonte:pimentablog

Ricardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
Quantas esperanças desfeitas diante da constatação de que, ao fim e ao cabo, o PT era só mais um partido interessado no poder pelo poder.
Que novidade existe no PT que malufa? A imagem que fulminou o resto de utopia e sonho que ainda existia em alguns petistas puros (ainda há uma meia dúzia) nada mais é do que a consagração de um processo de erosão moral que já acomete a legenda há bastante tempo. Atribua-se a cena indecente, mas coerente com a degradação petista, à falta de freios que tem marcado a atuação do ex-presidente Lula nos últimos lances políticos da Terra Brasilis.
A união com Maluf espanta por revelar que o PT realmente perdeu os cinco por cento de pudor que ainda lhe sobravam. Não pela aliança em si, que já estava celebrada e macomunada há muito, mas pela desfaçatez do ato, pelo seu potencial de escárnio e desprezo pela opinião pública. Não é batom na cueca, mas adultério explícito em plena Avenida Paulista, na hora de pico.
Como bem escreveu um jornalista, o PT não se aliou a um ex-adversário, mas a um ladrão incluído na lista de grandes corruptos catalogados pelo Banco Mundial. Um sujeito procurado pela Interpol, mas encontrado pelo Partido dos Trabalhadores (sic) para dar vazão a projetos eleitorais divorciados da moral e dos bons costumes.
É nisso que se transformou o PT, partido que já alimentou o sonho de que a política e o Brasil poderiam ser diferentes e faltava pouco para reivindicar para si um espaço na lista de sinônimos da palavra “ética”.
Quantas esperanças desfeitas diante da constatação de que, ao fim e ao cabo, o PT era só mais um partido interessado no poder pelo poder. Aliás, não era mais um, era sim o mais perigoso, pois conseguiu, durante tanto tempo, omitir sua verdadeira identidade, escondendo-se sob uma máscara de decência. E enganou a muitos, inclusive a este que vos escreve.
Esse PT mofado e malufado perdeu as bandeiras e a vergonha. Está irremediável, trágica e ridiculamente nu.
Ricardo Ribeiro é blogueiro e advogado.
Por Adylson Machado
Não bastasse andar pisando em brasas para compor uma aliança partidária em torno da candidatura de sua mulher à prefeitura vê-se envolvido em denúncias e seu nome integrando o noticiário nacional.
Nem o noticiário da TV Câmara dispensou GS. Na terça não só tocou no assunto como apresentou entrevista com o presidente da Casa, deputado Marco Maia, que afirmou estar apenas aguardando que lhe chegue a formalização da denúncia para tomar as providências que o caso exige.
Sabemos que a “venda” de emendas para corresponder a interesses nada éticos é praxe, mas não contávamos que o deputado Geraldo Simões se utilizasse do expediente.
Perdendo o discurso
O mote da campanha contra Azevedo girará a partir dos desmandos da administração municipal e do tráfico de influência de pessoas próximas ao gestor. No fundo, corrupção.
A campanha de Juçara ensaiava a bateria. Geraldo Simões regia a orquestra.
Atacar, certamente. Mas, também, se defender das denúncias. Azevedo e Geraldo Simões ficam no mesmo rés do chão. fonte:blogdoricky




