quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PARABÉNS EQUIPE DO NOTÍCIAS DE ITABUNA

POLÍCIA PERSEGUE E PRENDE SEQUESTRADORES

Domingos e Rodrigo

Na tarde de hoje (19), por volta de 15h, policiais militares da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sob o comando do tenente Lopez impediram um sequestro relâmpago que acontecia contra a comerciante Valdelice Ferreira, 44 anos e também os militares conseguiram prender em flagrante os dois ladrões.

Os criminosos foram identificados como: Domingos Teixeira da Conceição, 20 anos, morador do município de Terra Nova e Rodrigo Santos de Lima Neto, morador do bairro Tomba. Com eles os policiais encontraram um revolver calibre 38, usado no seqüestro, além de dinheiro e telefones celulares.

Segundo a polícia, a comerciante transitava com o veiculo pelo bairro George Américo, quando os bandidos, que caminhavam a pés, anunciaram o assalto e em seguida o seqüestro, onde ordenaram que ela dirigisse o veiculo, enquanto os mesmos iam ao banco traseiro do veiculo.

A polícia suspeita que os dois bandidos seqüestraram a vitima para fazer saque em agencias bancarias ou cometer assaltos em estabelecimentos comerciais da cidade. O Serviço de Investigação da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) deve investigar se esses criminosos são os mesmos que estavam cometendo esse mesmo tipo de assalto.

fonte:policiaeviola

FALTA A PIZZA DA CÂMARA DE ITABUNA

ITABUNA REVOLTADA COM A PIZZA GRAPIÚNA

O advogado Allah Góes foi entrevistado nesta quinta-feira, 19, pelos radialistas Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, na rádio Difusora de Itabuna. O assunto era a ação civil pública movida pelo Ministério Público contra os vereadores Clóvis Loiola, Roberto de Souza e Ricardo Bacelar, acusados de promover uma farra com o dinheiro destinado ao legislativo, lesando os cofres do município em pelo menos R$ 3 milhões.

Demonstrando inclinação para a estatística, o advogado procurou tranquilizar os acusados, observando que 90% das ações de improbidade movidas pelo MP não resultam em condenação. E tome exemplo: “Olha, Paulo (Leonardo), eu faço uma petição e digo que você é feio. Não é porque eu fiz o pedido que a Justiça vai concordar com ele”, explicou didaticamente o causídico.

A coisa poderia ser explicada também de outra forma:

- O Ministério Público descobriu falcatruas horrorosas na Câmara de Itabuna, mas haverá advogados que tentarão apresentar os responsáveis como verdadeiros anjos e homens zelosos pela aplicação rigorosamente correta do dinheiro público. Quiçá, buscarão até convencer a justiça de que os acusados não são feios e constituem verdadeiro padrão de beleza moral…

Pela matemática do doutor advogado, tem 90% de chance da justiça comer essa farofa.

fonte:pimentablog

UM BURACO, UMA PICAPE, UMA ELEIÇÃO

Carro quase "some" em buraco (Foto do leitor).

Um buraco feito pela Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) quase “engole” uma picape Amarok do deputado Geraldo Simões. O acidente ocorreu na rua Piauí, no Jardim Vitória, por volta de 1h20min desta quarta (18), quando Tácio Feitosa, empresário e filho do deputado, retornava para casa.

Tácio conta que trafegava pela rua e não havia nenhuma sinalização de que naquele trecho havia buraco. Ele viu apenas uma forte correnteza d´água. No mesmo momento, diz, um vigilante de um condomínio lhe pediu auxílio. Foi quando o carro caiu no buraco. O empresário não se feriu porque estava em baixa velocidade.

Picape ficou submersa, mas o filho do parlamentar não se feriu (Foto do leitor).

fonte:pimentablog

MOTORISTA ATROPELA , MATA E FOGE

O motorista da carreta envolvido em um acidente que resultou na morte de um motociclista se apresentou na delegacia de Amélia Rodrigues, a 89 km de Salvador, por volta das 11h desta quarta-feira (18) na companhia de um advogado. De acordo com informações da polícia, o motorista afirmou em depoimento que não viu que o motociclista estava parado na cabine do pedágio.

Ainda segundo a polícia, o depoimento acabou por volta das 15h e o motorista foi liberado logo em seguida. O processo será encaminhado para a Justiça. Após a análise de um juiz será decidido se o motorista será indiciado por homicídio culposo ou doloso.

O acidente

Um motociclista morreu atropelado por uma carreta no momento em que estava parado em uma das cabines do pedágio da BR-324, na manhã de segunda-feira (16), de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O acidente ocorreu próximo ao município de Amélia Rodrigues. A vítima estava pedindo informações em uma das cabines quando foi atingida pelo veículo que seguia em direção a Salvador.

As inforamções são do G 1 Bahia

GRANDE LANÇAMENTO GOSPEL DA BAHIA

Ouça lindas canções do Cantor Gospel "Ismael Junior"

Por Agnaldo Santos
Recentemente o cantor e compositor Gospel Ismael Junior, tem encantado por onde passa deixando sua mensagem por meio de lindas canções de adoração a Deus.
O cantor que é bastante solicitado para cantar nas principais igrejas do interior baiano, inclusive já esteve no Município de Camacan e toda região sul e extremo-sul, onde fez algumas apresentações e sem sombra de dúvidas deixou a sua marca cantando lindo hinos de sua autoria.
Um dos melhores cantores da musica gospel Baiana
Nos últimos tempos ele tem se dedicado muito á suas composições e também cumprindo sua agenda de convites que é bastante requisitada entre os estados da Bahia e São Paulo.
Ouça com exclusividade e na integra algumas das canções que tem levado o povo a adorar o nome do Senhor, por meio deste servo de Deus, que tem dedicado sua vida exclusivamente para engrandecer o nome poderoso do Senhor Jesus. Contato 73-8141-0528

fonte:otempojornalismo.com.br

MORRE WESLEY ANDRADE DA CÂMERA HUM

Wesley Andrade

O empresário Wesley Andrade, da produtora de vídeo Câmera Hum, de Itabuna, faleceu no início da noite desta quarta-feira (18) após sofrer acidente automobilístico no município de Maraú, localizado no sul da Bahia.

Wesley dirigia um VW Fox que colidiu com outro veículo na estrada para Saquaíra. O empresário faleceu momentos depois da colisão. A esposa, Gorete Teixeira Andrade, e as filhas Juliana e Lissa foram encaminhadas para o Hospital de Base de Itabuna.

De acordo com o repórter Hélio Fonseca, Gorete encontra-se em estado grave. As duas meninas sofreram leves escoriações.

MODA EVANGÉLICA VIRA TENDÊNCIA NACIONAL

m meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.

“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.

Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas 'modinha' (Foto: Anay Cury/G1)Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas 'modinha' (Foto: Anay Cury/G1)

Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

"A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (...) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.

Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.

Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.

moda evangélica (Foto: Editoria de Arte/G1)

"A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.

Cantora Damares (Foto: Divulgação)Cantora Damares (Foto: Divulgação)

A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. "Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos", conta.

Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante".

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.

“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.

Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)

Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.

Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.

Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em experiências anteriores (Foto: Anay Cury/G1)Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda
festa em experiências anteriores
(Foto: Anay Cury/G1)

“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.

Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).

Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.

Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas roupas em lojas especializadas em moda evangélica (Foto: Anay Cury/G1)Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas
roupas em lojas especializadas em moda
evangélica (Foto: Anay Cury/G1)

Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido e para a irmã. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.

Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.

Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas  (Foto: Arquivo pessoal)Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais
Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas (Foto:
Arquivo pessoal)

Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.

Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”

Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)

Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.

CÂMERA REGISTRA MORTE DE ASSALTANTE

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